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Dicas da minha alimentação

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A experiência da minha vida fez-me entender a importância que os alimentos têm no nosso bem estar, seja físico, seja psicológico e até espiritual.

Nós somos, sem dúvida, também o que ingerimos e isso reflete-se em todos os nossos atos, na nossa ansiedade, no nosso estilo de vida. Antes de mais, é importante entender que uma refeição não deve ser feita à pressa, mesmo naquelas alturas em que estamos a trabalhar e só termos dez minutos ou quando os restaurantes que nos rodeiam não oferecem opções saudáveis.

A técnica-mãe é saber mastigar devagar mas, também, saber escolher bem e saber misturar os alimentos certos. Há muitos truques que nos podem ajudar.

Mudar de hábitos não é fácil, mas assim que se consegue, garanto-vos que é mais difícil voltar-se a ser como se era antes, pois o próprio corpo vai começar a pedir menos açúcar, menos sal, no fundo uma alimentação mais saudável. Assim como o próprio espírito.

Hoje, partilho convosco algumas dicas que sigo:

Tentem não misturar alimentos cozinhados com alimentos não cozinhados, pois são digeridos de forma diferente no nosso organismo.

Também ao contrário do que se pensa, não é bom misturar muitas frutas de diferentes famílias. O ideal é tomar um pequeno almoço com apenas um tipo de fruta (ou frutas irmãs) e uns cereais com pouco açúcar.

A fruta, apesar de ser ótima fonte de vitaminas e antioxidantes, apresenta grandes quantidades de açúcar (sobre a forma de frutose) e, por essa razão, temos que ingerir com mais moderação.

Os refrigerantes são, obviamente, para cortar! O ideal é beber apenas água. Já o álcool tem muitas de calorias e aumenta o colesterol, os níveis de açúcar e a ansiedade. Por isso, devem manter um consumo moderado.

O pão deve ser sempre integral, de preferência. A ter em mente: quanto mais escuro, melhor. E é claro, evitar ao máximo os doces.

Nao sou apologista de grandes cortes nem mudanças radicais pois essas acabam por não ser exequíveis ao longo do tempo. Mais vale fazer uma asneira de vez em quando do que cortar de repente. Tentar fazê-lo de forma gradual – diminuir as doses até cortar por completo, e a pouco e pouco, acabamos por mudar os nossos hábitos alimentares.

Na minha alimentação, a evolução principal foi a alteração das porções dos alimentos.

O que quero dizer com isto?

Crescemos habituados a ingerir às refeições uma fonte proteica, seja ela peixe ou carne, acompanhada de um hidrato de carbono – como a massa, o arroz ou a batata. Pois é exactamente aqui que tudo muda.

O preferível é não misturar hidratos com proteína.

O ideal é, ao almoço por exemplo, acompanharmos a proteína com legumes e ao jantar, hidratos de carbono com legumes.

Os legumes podem ser ingeridos de todas as formas e feitios a qualquer hora do dia. E quais são as suas vantagens?

Os vegetais, para além de serem muito ricos em vitaminas, antioxidantes e minerais fundamentais para o bom funcionamento do nosso corpo, têm uma densidade calórica muito menor, o que significa que acabamos por ingerir menos calorias.

O que acontece em grande parte dos casos é que acabamos por ingerir demasiados hidratos de carbono (que são puro açúcar) através do arroz, da massa e do pão (baixo em vitaminas e minerais que não precisamos e que acabam por se acumular em forma de gordura.)

Para complementar o meu regime alimentar, gosto de o reforçar com algumas substâncias que variam ao longo das diferentes épocas do ano, como a Omega 3, a Vitamina D (quando nao apanho sol), o magnésio (quando pratico mais desporto), o Ashwaganda, o Zinco e a Vitamina C (se estiver com níveis baixos nas análises).

E vocês? Que tipo de regime alimentar seguem? Têm algum truque?

LOVE,
Cuca

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